A primeira mulher aceita na Academia

Raquel de Queiroz é eleita para Academia Brasileira de Letras no dia 4 de novembro de 1977. A prima do escritor José de Alencar é a primeira mulher aceita na Academia. Uma de suas obras mais importantes é O Quinze, que aborda a seca no Nordeste. Ajudou a depôr Getúlio Vargas, em 1945, e João Goulart, em 1964.
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Feriados e Eventos
Brasil

    • Dia do Inventor.
    • Dia das Favelas
    • São Carlos – Comemoração do aniversário da cidade.
    • Ubiratã – Comemoração do aniversário da cidade.

Itália

    • Celebração da vitória na Primeira Guerra Mundial e dia das Forças Armadas.

Rússia

    • Dia da unidade nacional.
Fatos históricos
  • 1307 – A Confederação Suíça se declara independente da Áustria.
  • 1520 – O Rei Cristiano II da Dinamarca é coroado rei da Suécia e concede anistia a todos os seus opositores.
  • 1649 – Primeira frota da Companhia Geral do Comércio do Brasil deixa Portugal.
  • 1918 – As forças militares aliadas na Primeira Guerra Mundial concordam com os termos de um acordo de paz para a Alemanha.
  • 1921 – Takashi Hara, primeiro-ministro do Japão, é assassinado por um fanático de direita.
  • 1922 – O arqueólogo britânico Howard Carter descobre o túmulo do faraó egípcio Tutankamon.
  • 1937 – O México nacionaliza a sua indústria petrolífera.
  • 1939 – O primeiro automóvel com ar condicionado é exibido em Chicago, Illinois.
  • 1949 – A Companhia Cinematrográfica Vera Cruz é fundada em São Bernardo do Campo, em São Paulo.
  • 1950 – As Nações Unidas retiram o bloqueio diplomático contra a Espanha de Francisco Franco.
  • 1952 – Dwight D. Einsenhower, general norte-americano durante a Segunda Guerra Mundial, é eleito presidente dos Estados Unidos.
  • 1956 – Tropas soviéticas invadem a Hungria para combater uma insurreição e removem do poder o primeiro-ministro Imre Nagy.
  • 1966 – Uma grande enchente atinge a Itália, destruindo Florença, tesouros e obras de arte de diversas cidades históricas.
  • 1969 – Carlos Marighella é assassinado em São Paulo. Guerrilheiro, ele foi líder da luta armada contra a ditadura militar.
  • 1977 – A romancista Raquel de Queiroz é eleita para a Academia Brasileira de Letras. É a primeira vez que uma mulher ingressa na Academia.
  • 1979 – Militares iranianos invadem a embaixada norte-americana em Teerã e fazem 90 reféns. 52 deles ficaram em cativeiro durante 444 dias.
  • 1980 – Ronald Reagan é eleito presidente dos Estados Unidos.
  • 1982 – As Nações Unidas passam uma resolução pedindo para que a Argentina e a Grã-Bretanha negociem a soberania das Ilhas Malvinas.
  • 1983 – No Líbano, mais de 40 soldados israelenses são mortos quando um terrorista suicida detona explosivos num campo de Israel.
  • 1995 – Yitzhak Rabin, primeiro-ministro de Israel, é assassinado por um nacionalista durante manifestação pela paz em Tel Aviv.
Pensamento

O segredo do sucesso, nos negócios como no amor, é a dissimulação. É preciso dissimular o desejo que se sente, é preciso simular o desejo que não se sente. É preciso mentir.

René Girard

Vídeo do Dia
Nascimentos
»1575 — Guido Reni, pintor italiano (m. 1642).
1577 — François Leclerc du Tremblay, diplomata, religioso e político francês (m. 1638).
1587 — Samuel Scheidt, organista e compositor alemão (m. 1654).
1590 — Gerrit van Honthorst, pintor holandês (m. 1656).
1631 — Maria, Princesa Real e Princesa de Orange (m. 1660).
1661 — Carlos III Filipe, Eleitor Palatino (m. 1742).
1742 — Jakob Friedrich Ehrhart, botânico suíço (m. 1795).
1761 — Bertrand Andrieu, gravador francês (m. 1822).
1768 — Francesco Maria Appendini, filólogo e historiador italiano (m. 1837).
1790 — Carlos Antonio López, político paraguaio (m. 1862).
1883 — Nikólaos Plastíras, militar e político grego (m. 1953).
1890 — Klabund (Alfred Henschke), escritor alemão (m. 1928).
1891 — Luís de Araújo Correia Lima, militar brasileiro (m. 1930).
1897 — Oscar Lorenzo Fernández, compositor brasileiro (m. 1948).
1899 — Nicolas Frantz, ciclista luxemburguês (m. 1985).
1908 — Joseph Rotblat, físico britânico (m. 2005).
1909 — Bert Patenaude, futebolista norte-americano (m. 1974).
1910 — Carlos Torres Pastorino, estudioso e escritor espírita brasileiro (m. 1980).
1913
Elisabeth Bykova, enxadrista russa (m. 1989).
Gig Young, ator norte-americano (m. 1978).
1914 — Carlos Castillo Armas, político e militar guatemalteco (m. 1957).
1916 — Ruth Handler, empresária americana (m. 2002).
1918
Art Carney, ator norte-americano (m. 2003).
Cameron Mitchell, ator norte-americano (m. 1994).
1919 — Martin Balsam, ator norte-americano (m. 1996).
1924
Monsueto, sambista brasileiro (m. 1973).
Edward Veitch, matemático e cientista da computação americano (m. 2013).
1929 — Maurício Tragtenberg, sociólogo e educador brasileiro.
1930 — Doris Roberts, atriz estadunidense.
1932 — Thomas Klestil, político austríaco (m. 2004).
1933 — Charles K. Kao, físico e engenheiro chinês.
1934 — Nico Fagundes, poeta, compositor e ator brasileiro (m. 2015).
1936 — Didier Ratsiraka, militar e político malgaxe.
1938 — Jorge Manicera, futebolista uruguaio (m. 2012).
1940 — Manuel Ojeda, ator mexicano.
1943 — Clark Graebner, ex-tenista norte-americano.
1944 — Haroldo Marinho Barbosa, cineasta e roteirista brasileiro (m. 2013).
1946 — Robert Mapplethorpe, fotógrafo estadunidense (m. 1989).
1947 — Alexei Ulanov, ex-patinador artístico soviético/russo.
1948 — Amadou Toumani Touré, político maliense.
1951
Traian Băsescu, político romeno.
Algimantas Liubinskas, ex-futebolista e treinador de futebol lituano.
1953 — Jacques-Joseph Villeneuve, ex-automobilista canadense.
1954 — Bebeto Alves, cantor brasileiro.
1955 — Matti Vanhanen, político finlandês.
1956 — James Honeyman-Scott, músico norte-americano (m. 1982).
1958 — Uwe Bewersdorf, ex-patinador artístico alemão.
1959 — César Évora, ator cubano.
1960 — Kathy Griffin, atriz norte-americana.
1961
Ralph Macchio, ator norte-americano.
Boninho, diretor de televisão brasileiro.
Stanislav Griga, ex-futebolista e treinador de futebol tcheco.
1962 — Roberto Battaglin, ator brasileiro.
1963
Horacio Elizondo, ex-árbitro de futebol argentino.
Rosario Flores, atriz e cantora espanhola.
1965
Jeff Scott Soto, músico estadunidense.
Kiersten Warren, atriz norte-americana.
Pata, músico japonês.
1966 — Sergio Sendel, ator mexicano.
1969
Matthew McConaughey, ator estadunidense.
P. Diddy, músico de rap estadunidense.
Major Fábio, político brasileiro.
1972
Luís Figo, ex-futebolista português.
Julissa Gomez, ginasta norte-americana (m. 1991).
1973 — Steven Ogg, ator canadense.
1974 — Cedric Bixler-Zavala, músico norte-americano.
1976
Bruno Junqueira, automobilista brasileiro.
Mario Melchiot, futebolista holandês.
Makoto Tamada, motociclista japonês.
1977
José María Torre, ator mexicano.
Marquinhos Caruaru, futebolista brasileiro.
1979 — Audrey Hollander, atriz norte-americana.
1981 — Enrique Parada, futebolista boliviano.
1982
Kamila Skolimowska, atleta polonesa (m. 2009).
Yohann Pelé, futebolista francês.
1984 – Ayila Yussuf, futebolista nigeriano.
1985
Marcell Jansen, ex-futebolista alemão.
Gillian Zinser, atriz norte-americana.
1986
Adrian Zaugg, automobilista sul-africano.
Angelica Panganiban, atriz filipina.
1987 — A. J. DeLaGarza, futebolista guamês-americano.
1988 — Anderson Pico, futebolista brasileiro.
1989 — Enner Valencia, futebolista equatoriano.
1990 — Jean-Luc Bilodeau, ator canadense.
1996 — Adelén, cantora norueguesa.
Falecimentos
»0711 — Justiniano II, imperador bizantino (n. 669).
1130 — Margarida Fredkulla, rainha consorte da Noruega e Dinamarca (n. c. 1180).
1157 — Mafalda de Saboia, rainha portuguesa (n. 1125).
1541 — Wolfgang Capito, humanista, teólogo e reformador alemão (n. 1478).
1567 — Girolamo Priuli, doge veneziano (n. 1486).
1781
Johann Nikolaus Götz, poeta alemão (n. 1721).
Faustina Bordoni, mezzo-soprano italiana (n. 1697).
1862 — José Estêvão Coelho de Magalhães, jornalista e político português (n. 1809).
1924 — Gabriel Fauré, compositor francês (n. 1845).
1930 — Buddy Bolden, músico estadunidense (n. 1877).
1959 — José Antônio Flores da Cunha, político brasileiro (m. 1880).
1963 — Carlos Magalhães de Azeredo, diplomata e escritor brasileiro (n. 1872).
1968 — Michel Kikoine, pintor bielorrusso (n. 1892).
1969 — Carlos Marighella, político e guerrilheiro brasileiro (n. 1911).
1974 — Bert Patenaude, futebolista norte-americano (n. 1909).
1994 — Sam Francis, pintor estadunidense (n. 1923).
1995
Yitzhak Rabin, político israelense (n. 1922).
Gilles Deleuze, filósofo francês (n. 1925).
1997 — Ítalo Zappa, diplomata brasileiro (n. 1926).
2000 — Ian Sneddon, matemático britânico (n. 1919).
2003
Rachel de Queiroz, escritora e jornalista brasileira (n. 1910).
Richard Wollheim, filósofo e escritor britânico (n. 1923).
2008 — Michael Crichton, escritor e produtor cinematográfico estadunidense (n. 1942).
2009 — Ivan Biakov, biatleta soviético (n. 1944).
2010 — Michelle Nicastro, cantora e atriz norte-americana (n. 1960).
2011 — Andy Rooney, jornalista e escritor norte-americano (n. 1919).
2012 — David Resnick, arquiteto brasileiro-israelense (n. 1924).
2015
René Girard, filósofo, historiador e filólogo francês (n. 1923).
Jerzy Sadek, futebolista polonês (n. 1942).
Moacir Japiassu, jornalista e escritor brasileiro (n. 1942).
Liturgia Católica

São Carlos Borromeu, procurava os pobres doentes dos quais ninguém lembrava

Carlos, o segundo filho de Gilberto, nasceu em 2 de outubro de 1538. Menino ainda, revelou ótimo talento e uma inteligência rara. Ao lado destas qualidades, manifestou forte inclinação para a vida religiosa, pela piedade e o temor a Deus. Ainda criança, era seu prazer construir altares minúsculos, diante dos quais, em presença dos irmãos e companheiros de idade, imitava as funções sacerdotais que tinha observado na Igreja. O amor à oração e o aborrecimento aos divertimentos profanos, eram sinais mais positivos da vocação sacerdotal.

O ano de 1562 veio a Carlos com a graça do sacerdócio. No silêncio da meditação, lançou Carlos planos grandiosos para a reorganização da Igreja Católica. Estes todos se concentraram na ideia de concluir o Concílio de Trento. De fato, era o que a Igreja mais necessitava, como base e fundamento da renovação e consolidação da vida religiosa. Carlos, sem cessar, chamava a atenção do seu tio (que era Cardeal e foi eleito Papa, com o nome de Pio IV) para esta necessidade, reclamada por todos os amigos da Igreja. De fato, o Concílio se realizou, e Carlos quis ser o primeiro a executar as ordens da nova lei, ainda que por esta obediência tivesse de deixar sua posição para ocupar outra inferior.

Carlos sabia muito bem que a caridade abre os corações também à religião. Por isto foi que grande parte de sua receita pertencia aos pobres, reservando ele para si só o indispensável. Heranças ou rendimentos que lhe vinham dos bens de família, distribuía-os entre os desvalidos. Tudo isto não aguenta comparação com as obras de caridade que o Arcebispo praticou, quando em 1569-1570, a fome e uma epidemia, semelhante à peste, invadiram a cidade de Milão. Não tendo mais o que dar, pedia ele próprio esmolas para os pobres e abria assim fontes de auxílio, que teriam ficado fechadas.

Quando, porém, em 1576, a cidade foi atingida pela peste, e o povo abandonado pelos poderes públicos, visto que ninguém se compadecia do povo, ainda procurava os pobres doentes dos quais ninguém lembrava, consolava-os e dava-lhes os santos sacramentos. Tendo-se esgotado todas as fontes de recurso, Carlos lançou mão de tudo o que possuía, para amenizar a triste sorte dos doentes. Mais de  cem sacerdotes tinham pago com a vida, na sua dedicação e serviço aos doentes. Deus conservava a vida do Arcebispo, e este se aproveitou da ocasião para dizer duras verdades aos ímpios e ricos esquecidos de Deus.

Gregório XIII, não só rejeitou as acusações infundados feitas ao Arcebispo, mas ainda recebeu Carlos Borromeu em Roma, com as mais altas distinções. Em resposta a este gesto do Papa, o governador de Milão, organizou no primeiro domingo da Quaresma de 1579, um indigno préstito carnavalesco pelas ruas de Milão, precisamente à hora da missa celebrada pelo Arcebispo. O mesmo governador, que tanta guerra ao Prelado movera, e tantas hostilidades contra São Carlos estimulara, no leito de morte reconheceu o erro e teve o consolo da assistência do santo Bispo na hora da agonia. Seu sucessor, Carlos de Aragão, duque de Terra Nova, viveu sempre em paz com a autoridade eclesiástica. O Arcebispo gozou deste período só dois anos.

Quando em outubro de 1584, como era de costume, se retirara para fazer os exercícios espirituais, teve fortes acessos de febre, aos quais não deu importância e dizia: “Um bom pastor de almas, deve saber suportar três febres, antes de se meter na cama”. Os acessos renovaram-se e consumiram as forças do Arcebispo. Ao receber os santos sacramentos, expirou aos 03 de novembro de 1584. Suas últimas palavras foram: “Eis Senhor, eu venho, vou já”. São Carlos Borromeu tinha alcançado a idade de 46 anos.

O Papa Paulo V, canonizou-o em 1610 e fixou-lhe a festa para o dia 04 de novembro.

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