Pirapora do Bom Jesus

Seu nome tem origem tupi e significa “pulo do peixe”, através da junção dos termos pirá (“peixe”) e pora (“pulo”). O nome é uma referência ao fato de, no período da desova dos peixes, eles saltarem sobre a água para vencer as corredeiras do rio e, desse modo, poderem alcançar a cabeceira dos rios, que são locais mais propícios à desova.

Em 1725, a imagem de madeira do Senhor Bom Jesus, santo padroeiro da cidade, foi encontrada numa corredeira, apoiada numa pedra do Rio Tietê.

Tornou-se município em 1959, quando se emancipou de Santana de Parnaíba.

É uma cidade turística, famosa pelas romarias que recebe, onde ciclistas, pedestres, charreteiros, cavaleiros e veículos motorizados chegam para reverenciar a imagem de Bom Jesus.

Na cidade, o visitante encontra o primeiro Santuário Cristocêntrico do Brasil, cuja origem teve início em 1725, quando foi descoberta, em uma corredeira, a imagem do Bom Jesus. A capela inicialmente construída no local deu lugar a outra feita de madeira. Em 1845 iniciou-se a construção da atual igreja (concluída em 1887), que abriga famosa escultura de Cristo, com cabelos naturais. A escultura está localizada no altar-mor, protegida por uma redoma de vidro a prova de balas e é acessada pela lateral da igreja.

Até hoje, a cidade continua recebendo um número bastante significativo de romeiros tanto em datas religiosas quanto em fins de semanas normais. A Secretaria da Cultura e Turismo da cidade estima que cerca de 600 000 pessoas vão anualmente a Pirapora, perdendo em número de romeiros apenas para Aparecida (popularmente conhecida como Aparecida do Norte).

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